Estreou na Nasdaq em 12 de junho a US$ 135. No mesmo pregão bateu US$ 172,96 e virou a 7ª maior empresa dos EUA em valor de mercado.

Revolut. US$ 115 bilhões hoje, IPO sinalizado entre US$ 150 e 200 bi. Sala fechada, ao vivo por Zoom, sem replay. As condições só são apresentadas lá dentro.
Falta um passo. Entre no grupo agora — é lá que o encontro do dia 15 de outubro, às 20h, será aberto.
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Estreou na Nasdaq em 12 de junho a US$ 135. No mesmo pregão bateu US$ 172,96 e virou a 7ª maior empresa dos EUA em valor de mercado.
Depois da sala, fechou a maior captação privada da história: US$ 122 bilhões comprometidos. A empresa ainda não abriu o capital.
A brasileira que virou a bilionária self-made mais jovem do mundo, aos 29. Series F a US$ 22 bi; quatro meses depois, negocia ao dobro.
Vale mais que o Barclays, que está em bolsa há décadas. E é a única das quatro que já dá lucro — cinco anos seguidos.
As três fecharam. Toda vez o mesmo desenho: a sala abre, a alocação é oferecida a quem está dentro, e o mundo descobre depois. Resultados passados não são promessa nem garantia — cada operação tem riscos próprios.
O retorno verdadeiro, o retorno assimétrico, acontece antes do IPO.
Quem cobriu
A quarta
SpaceX, OpenAI e Kalshi são apostas em empresas que vão dar certo. A Revolut já deu. US$ 2,3 bilhões de lucro antes de impostos em 2025, margem de 38%, cinco anos seguidos no azul — e vale mais que Barclays e Société Générale, que estão em bolsa há décadas.
Rodadas e secundárias reportadas por Bloomberg, Reuters, Financial Times e Dealroom. A secundária de julho/2026 saiu a US$ 2.017 por ação, alta de 53% sobre os US$ 75 bi de novembro de 2025. A faixa de IPO é sinalização da gestão (Financial Times / Reuters, 2026) — sinalização não é compromisso.
O inimigo
Quando a ação aparece na sua tela,
o múltiplo já foi feito.
A bolsa é onde você é convidado a entrar — depois. As rodadas privadas da Revolut passaram por Londres, pelo Vale do Silício e pelo Golfo. Nenhuma passou por uma corretora brasileira. Mercado privado não tem home broker: a alocação vai para quem já está na lista, e a lista existe antes de você saber que existe.
A sala do dia 15 é a lista.
O que acontece dentro da sala
A sala é ao vivo, por Zoom, e não terá replay. Tudo abaixo é apresentado lá — e só lá.
Como o investidor brasileiro chega até as ações da Revolut — o caminho completo, passo a passo, e quem está em cada ponta dele.
Tíquete, horizonte e janelas de saída. Números que não são publicados em canal aberto e não serão enviados por mensagem.
O que acontece com o investimento em cada faixa de valuation no evento de liquidez — inclusive nas faixas em que ele dá errado.
A alocação é limitada e será oferecida primeiro a quem estiver na sala. Como foi na SpaceX, quando ela acabou em menos de 24 horas.
Sem replay, sem gravação, sem segunda turma. O grupo fecha ao atingir o limite, e a alocação é oferecida primeiro a quem estiver dentro.
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